Com arte e cor, projetos mudam cara da periferia brasileira.

Lembrando do nosso projeto sobre lar o www.brasilathome.com.br que conta como é o lar de muitos brasileiros, vimos essa matéria de envolver estudantes e moradores, onde centros culturais mantidos por ONGs e governos também ajudam a valorizar bairros distantes do centro.

Um exemplo são as Fábricas de Cultura. Até o fim do ano que vem, nove delas estarão instaladas nos bairros paulistanos com os piores Índices de Vulnerabilidade Juvenil, de acordo com a Fundação Seade. As de Vila Curuçá (desde março), Sapopemba (desde junho) e Itaim Paulista (desde setembro) já têm 1,2 mil a 1,4 mil alunos aprendendo música, teatro, artes plásticas, dança, circo e outras atividades em horário invertido ao da escola.
Boom. A iniciativa causou um miniboom imobiliário no entorno do campinho. É difícil encontrar casa à venda por ali. “Morava lá para o meião da favela”, diz o microempresário Rafael dos Santos Souza, de 33 anos, apontando em direção à antiga moradia. “Há 15 dias mudei para cá (sua casa dá de frente para o campo), porque melhorou muito com os projetos da Casa do Zezinho. Minhas três filhas adolescentes podem brincar na rua tranquilamente.” Souza parece feliz na nova moradia. “Se me perguntassem alguns anos atrás, eu ia dizer que queria mudar. Agora, não. Meu bairro é aqui.”

O que você acha dessa novidade de um super aquecimento no mercado imobiliário na periferia paulistana?

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