Category Archives: Comportamento Digital

The Listening Agency, The Guardian and Open Journalism

Although we have been in existence and working with some fantastic clients both here in Brazil and in the UK and US for some time now. We have never actually officially done anything to announce our presence here in Brazil.
With that in mind, and to launch our new ‘Listening Content’ channel we are pleased to announce that we will be bring Piers Jones from the Guardian newspaper to Brazil to discuss the newspapers ‘Open Journalism’ policy, the implications and learnings from the first 6 months of the Facebook application, the first of its kind. Whilst we think that there is a great opportunity for shared learnings between the UK and Brazilian media in the field of social media, the importance and role of ‘Listening’ in the emerging information and opinion landscape is emphasized below in the interview with the Guardian’s Catherine Shoard, discussing Open Journalism in the arts.
We will be back with more information about Pier’s visit to Brazil soon.

And just in case you haven’t seen the 3 Little Pigs Open Journalism advert which is currently on air in the UK you can take a look here:

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Happy Bithday São Paulo – plant something today!

As the clock ticks down to the 458th anniversary of Sao Paulo, im fully expecting to wake up to newspapers full of the annual think-pieces on the future of the South American megalopolis. The conquests and the battles ahead for this city of 13 million residents. As one of them im counter to the daily complaints about the cities lack of charm and community spirit and all round culture of fear and inhumanity in perhaps the most cordial society on the planet. One of the most striking features of the city for anyone crazy, foreign or poor enough to be a regular pedestrian in the city is just how little we as its residents seem to interact with our physical surroundings and prefer to allow them to confine and control us. In it against such a backdrop that any ideas for possible change, however small seems mighty attractive. There are a couple of other additional components to the backdrop of this birthday post for São Paulo. One being two or three articles I have recently read about the growing problem of obescity in Brazil. My wife informed me earlier this evening that she had heard a radio report in which the Brazilian army reported that soldiers reporting for their national service have DOUBLE the average body weight of their father’s generation. The second factor is that of food security. It is possible that today was the first time I had seen the issue raised in the Brazilian media but flicking through a recent copy of the ESPM magazine I stumbled upon a quote from an eminent Brazilian diplomat who saw this as one of the two most pressing issues for Brazil in the next two decades. And then of course there is the much bigger cultural frame of reference which must be considered.

Here in Brazil with our current economic climate, we are subject to a ongoing stream of media images and stories about the ongoing rise of our emerging consumer classes who are for the most part portrayed as PASSIVE, status fuelled, undereducated, materialists. While outside of Brazil there are ever increasing signs of a new consumer dynamic which fuelled by social media technologies and a desire to reconnect is creating a host of more collaborative consumption models as the idealism and hunger for action of Millenials is evident not only in the Occupy movement but also in the countless social business enterprises springing up around the world which seek to promote a more ACTIVE consumer model. Just as optimistic Brazilians seek to claim their moment in the sun as yet another international magazine discovers the Brazilian success story one has to ask if Brazil hasn’t missed the train once again. Isolationist Brazil once again it seems might be doomed to be left behind again as societies and economic models elsewhere move on, much as happened post slavery and again pre-BRIC.

So, it is against this backdrop that I wish to give to the city of São Paulo a small gift – a simple internet link to a site for a community food programme small village on the borders of Lancashire and Yorkshire. The Todmorden ‘Incredible Edible’ scheme started out with a very simple premise and one which the simple thought of introducing to São Paulo makes me question my sanity. It is one of a number of new food related consumer models featured in the BBC Radio Food Programme which you can listen to here. In simple terms my fellow Paulistanos we need to reclaim the city by planting food. Everywhere. Reclaiming all those dirty, urine stained underpasses and scruffy cracked pavements to plant food. Simple as that. Plant the food and let it grow and then somebody, potentially your neighbour will come along and eat it. The scheme has seen a wide range of social effects not only in terms of training and educating people but also create a sense of community both via the schemes online and offline activities. The scheme has also started to gain international recognition as a possible model for urban planning on a human scale.


By the way I have already closed my ears to all those screams of “Gringo…that could never happen here… you don’t understand how this country works”. Believe me I have been to Todmorden and if it can work there it can work here. Im not saying we can reduce obescity or reclaim cracolandia but what if? What if people actually started to take a little notice of their neighbourhood and planted something which they and their neighbours could eat. What if they actually spoke to their neighbours. So the next time you are wondering through Bom Retiro and come across a small patch of Basilico or some tomatoes on the vine – help yourself!

Social TV

Em 2010 a TV Social foi definida pelo MIT Technology Review como uma das dez tecnologias emergentes mais importantes. Ynon Kreiz, CEO do grupo Endemol, a maior produtora independente de conteúdo do mundo, afirma que “a capacidade de criar conteúdo, que permitirá às pessoas interagirem mutuamente, para conectar, recomendar, partilhar e experimentar televisão, vai mudar a paisagem da indústria.”No dia 22 de novembro, terça-feira, você está convidado para uma discussão sobre o tema “TV Social – A integração entre a TV Aberta, Redes Sociais e Mobilidade” com a participação de Tim Lucas (The Listening Agency), Roberto Messias, Secretário de Comunicação Integrada da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Gustavo Gaion, VP de Mídia da Y&R, Jairo Soares, VP de mídia, co-fundador e sócio da PeraltaStrawberryfrog, mediados por Sérgio Lopes, Vice Presidente Comercial do Canal Esporte Interativo.

Respostas na palma da mão


O acesso à internet nos smartphones transformou o aparelho celular em um objeto de uso intransferível hoje em dia. E graças aos novos mecanismos de pesquisa, nem é preciso digitar nada.

VOZ: o aplicativo do Google para celulares – Iphone e smartphones com sistema operacional Android – permite buscas por comando de voz. Basta clicar no microfone ao lado da caixa de pesquisa e enunciar o que deseja encontrar. O site pode ainda valer-se do GPS do aparelho para realizar buscas associadas à localização do usuário.

FOTOGRAFIA: para obter informações sobre um ponto turístico ou uma placa escrita em idioma desconhecido, o usuário tira uma foto do objeto de interesse com o próprio celular e faz pesquisa por imagem. Na primeira situação, o site pode listar links com conteúdo sobre o local e, na segunda, traduzir o texto.

Agora não se tem mais desculpas para estar perdido. Essa tecnologia não torna tudo mais fácil? Você utilizaria estes recursos?

Plataforma do videogame Nintendo Wii poderia ajudar vítimas de derrame


O que antes era motivo de preocupação em como se cuidar mediante uma doença, hoje se tornou muito mais fácil.
WEHAB é uma nova plataforma da Universidade de Notre Dame, que promete transformar Nintendo tecnologia de jogos em uma ferramenta de recuperação personalizáveis ​​em casa.
Em última análise, a Notre Dame equipe espera adaptar o sistema para uso independente em casa também. Nesse cenário, o WEHAB fica conectado a TV do paciente, onde ele também se conecta à internet. Então, o paciente pode realizar a terapia equilíbrio como o terapeuta observa virtualmente e oferece feedback via vídeo chat. Ambos os pacientes e terapeutas podem ver os dados, resultando em tempo real, e “terapia dever de casa” pode ser atribuído, com resultados compartilhados automaticamente a cada dia. Um trabalho acadêmico no site de Notre Dame, explica a premissa em mais detalhe,
Veja o video clicando aqui.

Você utilizaria de uma tecnologia desta para ajudar na recuperação de alguma doença? Será que é realmente possível?

Cresce o número de mulheres que jogam pelo celular

Segundo a reportagem da pesquisadora Sophia Mind mostra que houve um aumento de 15% das mulheres que jogam pelo celular.
Em geral os jogos são uma forma de passatempo para as mulheres que aguardam algum tipo de atendimento. Na pesquisa pode-se observar como houve um aumento desde 2009. Onde as mulheres raramente utilizavam os jogos de celular.
Outros tipos de jogos que não ficam atrás são os pela internet. Quem diria que as mulheres passariam tanto tempo jogando em frente ao computador adquirindo cada vez mais a tecnologia.
Os percentuais ficaram de (69%) das que jogam pela internet. Sendo eles a maioria em redes sociais, com: (17%) Mini Fazenda; (16%) City Ville e (8%) Farm Ville .
Excluindo as redes sociais, 47% responderam que utilizam games online como Buraco, Mario, Majong e Booble Shute. A quantidade de mulheres que jogam pela internet aumentou em 13% nos últimos dois anos.
Entrevistei duas mulheres para saber como elas lidam também sobre isso.
Fabiana Davino, 18 anos disse: “Eu costumo jogar pelo celular quase sempre, na maioria das vezes quando eu não tenho algo para fazer. Gosto de jogar Sudoku e outro de Labirinto que já vieram no meu celular. Quando vou baixar algum jogo, tem um site próprio da marca do meu celular que tem milhares de jogos para baixar. E no Baixaki também tem várias opções. Eu sempre joguei muito pelo celular, mas hoje em dia com mais obrigações não sobra tanto tempo para jogar”

Já a Marina Ferreira, 26 anos disse: “Nunca gostei muito de jogos pelo celular – na verdade nem pela internet fui muito fã – Mas depois que comecei a jogar os do facebook confesso que fiquei um pouco viciada. Eu não tinha muita paciência para ficar jogando, mas o legal do facebook é que você pode interagir com os outros usuários que também são seus amigos. É difícil as vezes deixar o trabalho de lado para sair do The Sims ou do Farm Ville. Porém esses são os únicos que jogo. Se fosse para baixar ou comprar, creio que nem me interessaria”
Quando li sobre esta pesquisa, percebi o quanto os jogos estão inseridos no nosso cotidiano e vi que baixei mais de 5 jogos no meu celular (pelo BlackBerry app) só nesta semana. Entre eles estão: The Sims 3, Bubble Barker, Magic Sushi e o famoso Snake que é o jogo da cobrinha.
Eu não jogo com muita frequência, mas quando vejo que aquela fila do médico, do banco, do mercado vai demorar é hora de pegar o celular na mão.

Na sua opinião como mulher ou homem, acha que as mulheres estão roubando mais a cena dos homens em questão dos jogos? Será que realmente as mulheres estão ficando viciadas em jogar?

Filhos de Steve

Temos por costume em este blog deixar de lado as emoções pessoais para tratar de noticias e tendencias sem fazer juízos de valor sobre elas. Fazemos isto para poder apresentar as informações da maneira mais direta e deixando que as vozes dos leitores sejam as mais importantes. Estamos interessados em ouvir vocês. Contudo, hoje queremos incluir a parte pessoal e juntá-la com algumas ideias embrionarias sobre o legado de Steve Jobs para o mundo da tecnologia, dos negócios e, mais importante, o cotidiano.

Ontem, 24 de agosto de 2011, Steve Jobs deixou o cargo de CEO da Apple, empresa que ajudou a fundar na garagem dos pais. Assim que a carta de demissão se fez publica, as redes sociais passaram a ser um contante fluxo de informações e especulações sobre os motivos da saída de Jobs do cargo. As nossas timelines ficaram cheias de mensagens de pessoas lamentando a saída, preocupadas com o futuro da Apple e, claro, uma que outra piada sobre o assunto.

O comentário mais acertado é o de Seth Godin que compara a saída de Jobs com a sensação que um grande torcedor de esportes sente quando aquele jogador estrela sai do time ou decide se aposentar. De alguma forma os usuários da Apple são parte de um time. Participam de conferencias para compartilhar dicas sobre como tirar o maior proveito do Mac, iPhone ou iPods. Compram roupas para mostrar o orgulho de poder dizer I’m a Mac e evangelizam amigos e familiares sobre a superioridade da plataforma. Seja você um destes sujeitos ou não, certamente você conhece alguém próximo que se encaixa nestas descrições.

É de Godin, também, o insight de que o mundo dos negócios não costumava ser pessoal, agora o é. Computadores não costumavam nos fazer rir, agora o fazem. Como consumidores não costumávamos nos importar se um CEO fazia uma decisão ou outra. O culto às celebridades deixou de ser algo exclusivo do mundo das estrelas e atingiu o circulo dos CEO’s. Certamente este é um dos maiores legados que Steve nos deixa: juntar o mundo dos negócios com a arte e uma cultura corporativa que gera usuários apaixonados. Um modo de pensar diferenciado que faz com que os consumidores da Apple tenham crescido constantemente.

Obrigado Steve, te desejamos muito mais do que sorte.